http://periodicos.55bet-pro.com/cienciaflorestal/issue/feedCiência Florestal-55BET Pro2026-02-02T00:00:00-03:00Suporte Editorial: Cristiane Pedrazzi/ Miguel Favilacienciaflorestal@55bet-pro.comOpen Journal Systems<p style="text-align: justify;">O periódico Ciência Florestal (ISSN:1980-5098) oferece publicação contínua e está indexado nas mais importantes bases de dados nacionais e internacionais. São aceitos manuscritos redigidos em português, inglês ou espanhol, porém a publicação é somente em inglês.</p> <p><strong>ISSN 1980-5098 | Qualis/CAPES (2021-2024) = B1</strong></p>http://periodicos.55bet-pro.com/cienciaflorestal/article/view/92888Ciência Florestal-55BET Pro2025-11-28T07:57:49-03:00Vinícius Betin Tolfovinicius.tolfo@acad.55bet-pro.comMaristela Machado Araujomaristela.araujo@55bet-pro.comJúlia Luiza Stahljulialuizastahl@gmail.comClaudia Costellaclaudiacostella@hotmail.comSuelen Carpenedo Aimisuelen.aimi@55bet-pro.comVanessa Zambeli Paneraivanessa.zambeli2017@gmail.comMateus Flores Milanimateusfloresmilani@gmail.comJuarez Iensen Pedroso Filhojuarez@afubra.com.br<p><em>Acacia mearnsii</em> é uma espécie florestal de expressiva importância econômica, destacando-se na produção de carvão vegetal, celulose e tanino, além de seu uso em sistemas silvipastoris. O gênero <em>Acacia</em>, de forma natural, estabelece associação simbiótica com bactérias fixadoras de nitrogênio atmosférico, que o convertem em formas assimiláveis, contribuindo significativamente para a nutrição da planta. Assim, o estudo objetivou avaliar os efeitos da inoculação de <em>Bradyrhizobium japonicum</em> e da alternagem na qualidade de mudas de <em>A. mearnsii</em>, em viveiro. A fase I do estudo consistiu na produção de mudas e aplicação do inoculante via pulverização foliar, aos 20 dias após a emergência. A fase II, compreendeu a aclimatação das mudas com diferentes alternagens. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com dois fatores: fator A - com e sem inoculação com <em>B. japonicum</em> e o fator B - alternagens das mudas em 25 % e 50 %, totalizando quatro tratamentos com três repetições. As avaliações morfofisiológicas das mudas foram realizadas aos 150 dias. A alternagem de 25 % promoveu maior crescimento em diâmetro do coleto e acúmulo de biomassa nas mudas. O índice de qualidade de Dickson também foi superior nesse nível de alternagem, independentemente da inoculação com <em>B. japonicum</em>, fato que pode estar associado a presença de adubação nitrogenada no substrato e ao período final de produção das mudas, caracterizado pela restrição térmica.</p>2026-02-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ciência Florestalhttp://periodicos.55bet-pro.com/cienciaflorestal/article/view/93109Ciência Florestal-55BET Pro2025-10-02T07:56:57-03:00Diesley Olga Homercher Machado Vedovottodiesleymv.florestal@gmail.comDaniel Tavares de Fariasdaniel.tavares@acad.55bet-pro.comRoberta Rodrigues Roubusterobertaroubuste@gmail.comWanessa Lunardi Wachtwanessa.wacht@acad.55bet-pro.comDieimes Maciel da Silva Dieimes.maciel@acad.55bet-pro.comCyndel Ramos Monteirocyndel.ramos@acad.55bet-pro.comMikaela Rehbeinmikaela.rehbein@acad.55bet-pro.comEduardo Schmitteduardowschmitt@gmail.comRodrigo Coldebellarodrigocoldebella@yahoo.com.brCristiane Pedrazzicristiane.pedrazzi@55bet-pro.com<p>Este estudo teve como objetivo produzir polpas kraft da madeira de <em>Pinus taeda</em> e avaliou a eficiência do processo de polpação a partir da qualidade das polpas com base nos teores de seus componentes químicos. Utilizou-se cavacos industriais da madeira de <em>P. taeda</em> com idade aproximada de 16 anos, de plantios comerciais de uma empresa do setor de Celulose e Papel, em Santa Catarina, Brasil. Os cavacos foram classificados manualmente e posterior eliminação de nós e finos. Para as análises químicas da madeira, parte dos cavacos foi transformada em serragem, utilizando-se o moinho tipo Willey. A polpação kraft foi realizada em digestor laboratorial Regmed rotativo, aquecido eletricamente e dotado de uma célula com capacidade de 20 litros. As análises físico-químicas da madeira e da polpa kraft marrom de pinus foram: umidade, cinzas, extrativos totais, lignina, holocelulose e alfa-celulose. As determinações do percentual de componentes químicos (extrativos, lignina Klason, holocelulose, alfa-celulose e cinzas) retidos na polpa celulósica e removidos da madeira durante o cozimento. A madeira de <em>P. taeda</em> apresentou características químicas favoráveis para produção de polpa celulósica kraft, destacando-se pelos baixos teores de extrativos totais (3,76%) e lignina (27,76%), e elevado teor de carboidratos (holocelulose de 59,61% e alfa-celulose de 50,66%). Além disso, é possível indicar seu uso potencial como matéria-prima para a produção de polpa kraft marrom.</p>2026-02-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ciência Florestal